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Sítio da Acácia

Veja estas fotos de Maracuja do Flickr:

Sítio da Acácia
Maracuja
Image by agricultura.sp
O pesquisador Humberto Sampaio de Araújo, do Polo Alta Sorocabana, vai iniciar trabalho no Sítio da Acácia (assentamento Lagoinha) para testar variedades adaptadas ao clima quente, principalmente verão, e também telas de sombreamento. “Como são agricultores familiares, as variedades IAC, com mais tolerância, são interessantes para os sistemas de produção da região.”

Neste sítio, Antonio Moreira Alencar e família produzem 1,5 hectare de hortaliças orgânicas (alface, salsinha, cebolinha, couve, beterraba, chicória, rúcula, batata, quiabo, pepino e abobrinha), além de leite para consumo próprio. Segundo seu filho, Fernando, este ano as cotas de entrega à CONAB e à merenda escolar já foram atingidas, e o excedente de produção será vendido no mercado local.

Acesse Notícia:
PONTAL DO PARANAPANEMA PODERÁ TORNAR-SE GRANDE PRODUTOR PAULISTA DE MARACUJÁ
www.apta.sp.gov.br/noticias.php?id=3912

Sítio da Acácia
Maracuja
Image by agricultura.sp
O pesquisador Humberto Sampaio de Araújo, do Polo Alta Sorocabana, vai iniciar trabalho no Sítio da Acácia (assentamento Lagoinha) para testar variedades adaptadas ao clima quente, principalmente verão, e também telas de sombreamento. “Como são agricultores familiares, as variedades IAC, com mais tolerância, são interessantes para os sistemas de produção da região.”

Neste sítio, Antonio Moreira Alencar e família produzem 1,5 hectare de hortaliças orgânicas (alface, salsinha, cebolinha, couve, beterraba, chicória, rúcula, batata, quiabo, pepino e abobrinha), além de leite para consumo próprio. Segundo seu filho, Fernando, este ano as cotas de entrega à CONAB e à merenda escolar já foram atingidas, e o excedente de produção será vendido no mercado local.

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Almoço super-básico
Maracuja
Image by Lauro Moura

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Sítio da Acácia

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Maracuja
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O pesquisador Humberto Sampaio de Araújo, do Polo Alta Sorocabana, vai iniciar trabalho no Sítio da Acácia (assentamento Lagoinha) para testar variedades adaptadas ao clima quente, principalmente verão, e também telas de sombreamento. “Como são agricultores familiares, as variedades IAC, com mais tolerância, são interessantes para os sistemas de produção da região.”

Neste sítio, Antonio Moreira Alencar e família produzem 1,5 hectare de hortaliças orgânicas (alface, salsinha, cebolinha, couve, beterraba, chicória, rúcula, batata, quiabo, pepino e abobrinha), além de leite para consumo próprio. Segundo seu filho, Fernando, este ano as cotas de entrega à CONAB e à merenda escolar já foram atingidas, e o excedente de produção será vendido no mercado local.

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Maracuja
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O pesquisador Humberto Sampaio de Araújo, do Polo Alta Sorocabana, vai iniciar trabalho no Sítio da Acácia (assentamento Lagoinha) para testar variedades adaptadas ao clima quente, principalmente verão, e também telas de sombreamento. “Como são agricultores familiares, as variedades IAC, com mais tolerância, são interessantes para os sistemas de produção da região.”

Neste sítio, Antonio Moreira Alencar e família produzem 1,5 hectare de hortaliças orgânicas (alface, salsinha, cebolinha, couve, beterraba, chicória, rúcula, batata, quiabo, pepino e abobrinha), além de leite para consumo próprio. Segundo seu filho, Fernando, este ano as cotas de entrega à CONAB e à merenda escolar já foram atingidas, e o excedente de produção será vendido no mercado local.

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1/2 jimmy, ben, dave, jamie
Maracuja
Image by frecklescorp
weirdrubikscube, morph, maracuja, jlord

DSC00116.JPG
Maracuja
Image by marssipa
Bananenstaude zugerankt mit Maracuja

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Sítio Santo Antonio

Belas imagens de Maracuja que encontrei esta semana no Flickr:

Sítio Santo Antonio
Maracuja
Image by agricultura.sp
Há 30 anos, Antonio Dengy Tuguimoto cultiva frutas no sítio Santo Antonio de 17 hectares que herdou dos pais, em Presidente Prudente. “A principal era a manga, mas como o mercado está ruim introduzimos o maracujá há quatro anos.” Neste sítio, o sistema de produção de mudas altas foi adaptado para o plantio adensado, explica Narita. O agricultor começou com 1.100 pés (produtividade de 1,7 caixa por pé), chegando a 1.400 pés na segunda safra (2 caixas/pé), e fechou a atual safra com 4.000 pés. Ele entrega 90% da produção para a CEAGESP, transformando o restante em polpa que a esposa processa na forma de suco. Além da esposa, ele toca a propriedade com a ajuda dos dois filhos e eventualmente algum empregado. Um dos filhos formou-se em administração e pretende dar continuidade ao trabalho do pai.

Tuguimoto é presidente da FAOP, que reúne 15 associados, a maioria de remanescentes da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia. Com o fim da Cotia, um grupo de associados criou a empresa Prudensafra que existiu durante nove anos. Então, um grupo de produtores criou a FAOP cinco anos atrás. Como Tuguimoto, os demais associados da FAOP estão substituindo a manga pelo cultivo do maracujá. Além disso, estão diversificando a atividade com a produção, nos últimos dois a três anos, de romã, pitaia e amora. “A maioria dos associados tem filhos formados em universidade (agronomia, administração, estatística etc.).”

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Sítio Santo Antonio
Maracuja
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Há 30 anos, Antonio Dengy Tuguimoto cultiva frutas no sítio Santo Antonio de 17 hectares que herdou dos pais, em Presidente Prudente. “A principal era a manga, mas como o mercado está ruim introduzimos o maracujá há quatro anos.” Neste sítio, o sistema de produção de mudas altas foi adaptado para o plantio adensado, explica Narita. O agricultor começou com 1.100 pés (produtividade de 1,7 caixa por pé), chegando a 1.400 pés na segunda safra (2 caixas/pé), e fechou a atual safra com 4.000 pés. Ele entrega 90% da produção para a CEAGESP, transformando o restante em polpa que a esposa processa na forma de suco. Além da esposa, ele toca a propriedade com a ajuda dos dois filhos e eventualmente algum empregado. Um dos filhos formou-se em administração e pretende dar continuidade ao trabalho do pai.

Tuguimoto é presidente da FAOP, que reúne 15 associados, a maioria de remanescentes da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia. Com o fim da Cotia, um grupo de associados criou a empresa Prudensafra que existiu durante nove anos. Então, um grupo de produtores criou a FAOP cinco anos atrás. Como Tuguimoto, os demais associados da FAOP estão substituindo a manga pelo cultivo do maracujá. Além disso, estão diversificando a atividade com a produção, nos últimos dois a três anos, de romã, pitaia e amora. “A maioria dos associados tem filhos formados em universidade (agronomia, administração, estatística etc.).”

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Sítio Santo Antonio
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Há 30 anos, Antonio Dengy Tuguimoto cultiva frutas no sítio Santo Antonio de 17 hectares que herdou dos pais, em Presidente Prudente. “A principal era a manga, mas como o mercado está ruim introduzimos o maracujá há quatro anos.” Neste sítio, o sistema de produção de mudas altas foi adaptado para o plantio adensado, explica Narita. O agricultor começou com 1.100 pés (produtividade de 1,7 caixa por pé), chegando a 1.400 pés na segunda safra (2 caixas/pé), e fechou a atual safra com 4.000 pés. Ele entrega 90% da produção para a CEAGESP, transformando o restante em polpa que a esposa processa na forma de suco. Além da esposa, ele toca a propriedade com a ajuda dos dois filhos e eventualmente algum empregado. Um dos filhos formou-se em administração e pretende dar continuidade ao trabalho do pai.

Tuguimoto é presidente da FAOP, que reúne 15 associados, a maioria de remanescentes da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia. Com o fim da Cotia, um grupo de associados criou a empresa Prudensafra que existiu durante nove anos. Então, um grupo de produtores criou a FAOP cinco anos atrás. Como Tuguimoto, os demais associados da FAOP estão substituindo a manga pelo cultivo do maracujá. Além disso, estão diversificando a atividade com a produção, nos últimos dois a três anos, de romã, pitaia e amora. “A maioria dos associados tem filhos formados em universidade (agronomia, administração, estatística etc.).”

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Sítio Santo Antonio
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Há 30 anos, Antonio Dengy Tuguimoto cultiva frutas no sítio Santo Antonio de 17 hectares que herdou dos pais, em Presidente Prudente. “A principal era a manga, mas como o mercado está ruim introduzimos o maracujá há quatro anos.” Neste sítio, o sistema de produção de mudas altas foi adaptado para o plantio adensado, explica Narita. O agricultor começou com 1.100 pés (produtividade de 1,7 caixa por pé), chegando a 1.400 pés na segunda safra (2 caixas/pé), e fechou a atual safra com 4.000 pés. Ele entrega 90% da produção para a CEAGESP, transformando o restante em polpa que a esposa processa na forma de suco. Além da esposa, ele toca a propriedade com a ajuda dos dois filhos e eventualmente algum empregado. Um dos filhos formou-se em administração e pretende dar continuidade ao trabalho do pai.

Tuguimoto é presidente da FAOP, que reúne 15 associados, a maioria de remanescentes da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia. Com o fim da Cotia, um grupo de associados criou a empresa Prudensafra que existiu durante nove anos. Então, um grupo de produtores criou a FAOP cinco anos atrás. Como Tuguimoto, os demais associados da FAOP estão substituindo a manga pelo cultivo do maracujá. Além disso, estão diversificando a atividade com a produção, nos últimos dois a três anos, de romã, pitaia e amora. “A maioria dos associados tem filhos formados em universidade (agronomia, administração, estatística etc.).”

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Sítio Santo Antonio
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Há 30 anos, Antonio Dengy Tuguimoto cultiva frutas no sítio Santo Antonio de 17 hectares que herdou dos pais, em Presidente Prudente. “A principal era a manga, mas como o mercado está ruim introduzimos o maracujá há quatro anos.” Neste sítio, o sistema de produção de mudas altas foi adaptado para o plantio adensado, explica Narita. O agricultor começou com 1.100 pés (produtividade de 1,7 caixa por pé), chegando a 1.400 pés na segunda safra (2 caixas/pé), e fechou a atual safra com 4.000 pés. Ele entrega 90% da produção para a CEAGESP, transformando o restante em polpa que a esposa processa na forma de suco. Além da esposa, ele toca a propriedade com a ajuda dos dois filhos e eventualmente algum empregado. Um dos filhos formou-se em administração e pretende dar continuidade ao trabalho do pai.

Tuguimoto é presidente da FAOP, que reúne 15 associados, a maioria de remanescentes da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia. Com o fim da Cotia, um grupo de associados criou a empresa Prudensafra que existiu durante nove anos. Então, um grupo de produtores criou a FAOP cinco anos atrás. Como Tuguimoto, os demais associados da FAOP estão substituindo a manga pelo cultivo do maracujá. Além disso, estão diversificando a atividade com a produção, nos últimos dois a três anos, de romã, pitaia e amora. “A maioria dos associados tem filhos formados em universidade (agronomia, administração, estatística etc.).”

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Sítio Santa Clara

Veja estas fotos de Maracuja do Flickr:

Sítio Santa Clara
Maracuja
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No sítio Santa Clara, o agricultor Shiroshi Hirae conseguiu na última safra produtividade de 3,5 caixas de maracujá por pé, acima das 3 caixas/pé da safra anterior. Ele começou com 1.300 pés em 2009, aumentou o pomar para 2.200 pés em 2010 e no terceiro ano plantou 2.450 pés. A produção foi vendida para a CONAB, merenda escolar, CEAGESP e mercado local. Hirae, que utiliza adubação, irrigação por gotejo e monitoramento de doenças e pragas, considera que o investimento foi um bom negócio. Além do maracujá, ele tira 300 litros diários de leite e ainda planta tomate, uva, mamão e cebola em sua propriedade de 16 hectares, com a ajuda da esposa e dos três filhos. “Isso toma o tempo todo da família, é corrido, e o pessoal do assentamento ainda dá uma mão.” Mas ele pretende diversificar ainda mais suas atividades, introduzindo banana prata, goiaba e ponkan.

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Sítio Santa Clara
Maracuja
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No sítio Santa Clara, o agricultor Shiroshi Hirae conseguiu na última safra produtividade de 3,5 caixas de maracujá por pé, acima das 3 caixas/pé da safra anterior. Ele começou com 1.300 pés em 2009, aumentou o pomar para 2.200 pés em 2010 e no terceiro ano plantou 2.450 pés. A produção foi vendida para a CONAB, merenda escolar, CEAGESP e mercado local. Hirae, que utiliza adubação, irrigação por gotejo e monitoramento de doenças e pragas, considera que o investimento foi um bom negócio. Além do maracujá, ele tira 300 litros diários de leite e ainda planta tomate, uva, mamão e cebola em sua propriedade de 16 hectares, com a ajuda da esposa e dos três filhos. “Isso toma o tempo todo da família, é corrido, e o pessoal do assentamento ainda dá uma mão.” Mas ele pretende diversificar ainda mais suas atividades, introduzindo banana prata, goiaba e ponkan.

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Sítio Santa Clara
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No sítio Santa Clara, o agricultor Shiroshi Hirae conseguiu na última safra produtividade de 3,5 caixas de maracujá por pé, acima das 3 caixas/pé da safra anterior. Ele começou com 1.300 pés em 2009, aumentou o pomar para 2.200 pés em 2010 e no terceiro ano plantou 2.450 pés. A produção foi vendida para a CONAB, merenda escolar, CEAGESP e mercado local. Hirae, que utiliza adubação, irrigação por gotejo e monitoramento de doenças e pragas, considera que o investimento foi um bom negócio. Além do maracujá, ele tira 300 litros diários de leite e ainda planta tomate, uva, mamão e cebola em sua propriedade de 16 hectares, com a ajuda da esposa e dos três filhos. “Isso toma o tempo todo da família, é corrido, e o pessoal do assentamento ainda dá uma mão.” Mas ele pretende diversificar ainda mais suas atividades, introduzindo banana prata, goiaba e ponkan.

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No sítio Santa Clara, o agricultor Shiroshi Hirae conseguiu na última safra produtividade de 3,5 caixas de maracujá por pé, acima das 3 caixas/pé da safra anterior. Ele começou com 1.300 pés em 2009, aumentou o pomar para 2.200 pés em 2010 e no terceiro ano plantou 2.450 pés. A produção foi vendida para a CONAB, merenda escolar, CEAGESP e mercado local. Hirae, que utiliza adubação, irrigação por gotejo e monitoramento de doenças e pragas, considera que o investimento foi um bom negócio. Além do maracujá, ele tira 300 litros diários de leite e ainda planta tomate, uva, mamão e cebola em sua propriedade de 16 hectares, com a ajuda da esposa e dos três filhos. “Isso toma o tempo todo da família, é corrido, e o pessoal do assentamento ainda dá uma mão.” Mas ele pretende diversificar ainda mais suas atividades, introduzindo banana prata, goiaba e ponkan.

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Sítio Santa Clara
Maracuja
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No sítio Santa Clara, o agricultor Shiroshi Hirae conseguiu na última safra produtividade de 3,5 caixas de maracujá por pé, acima das 3 caixas/pé da safra anterior. Ele começou com 1.300 pés em 2009, aumentou o pomar para 2.200 pés em 2010 e no terceiro ano plantou 2.450 pés. A produção foi vendida para a CONAB, merenda escolar, CEAGESP e mercado local. Hirae, que utiliza adubação, irrigação por gotejo e monitoramento de doenças e pragas, considera que o investimento foi um bom negócio. Além do maracujá, ele tira 300 litros diários de leite e ainda planta tomate, uva, mamão e cebola em sua propriedade de 16 hectares, com a ajuda da esposa e dos três filhos. “Isso toma o tempo todo da família, é corrido, e o pessoal do assentamento ainda dá uma mão.” Mas ele pretende diversificar ainda mais suas atividades, introduzindo banana prata, goiaba e ponkan.

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Sítio Santa Maria

Belas imagens de Maracuja que encontrei esta semana no Flickr:

Sítio Santa Maria
Maracuja
Image by agricultura.sp
Renato Tenório Santos, filho do proprietário do Sítio Santa Maria, já está no terceiro plantio de maracujá. São 330 pés plantados na última safra, contra 250 pés no primeiro plantio e 300 pés no segundo ano. Ele entregou a produção para o programa de aquisição de alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), à merenda escolar e à CEAGESP, além de vender um pouco para a indústria de alimentos em Bataguaçu (MS). Na primeira safra, por exemplo, gastou cerca de R$ 1.000 e recebeu mais de R$ 6.000 por 300 caixas colhidas (preço médio de R$ 2,00 o kg), o que o estimulou a ampliar o plantio.

Leia Notícia:
PONTAL DO PARANAPANEMA PODERÁ TORNAR-SE GRANDE PRODUTOR PAULISTA DE MARACUJÁ
www.apta.sp.gov.br/noticias.php?id=3912

Sítio Santa Maria
Maracuja
Image by agricultura.sp
Renato Tenório Santos, filho do proprietário do Sítio Santa Maria, já está no terceiro plantio de maracujá. São 330 pés plantados na última safra, contra 250 pés no primeiro plantio e 300 pés no segundo ano. Ele entregou a produção para o programa de aquisição de alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), à merenda escolar e à CEAGESP, além de vender um pouco para a indústria de alimentos em Bataguaçu (MS). Na primeira safra, por exemplo, gastou cerca de R$ 1.000 e recebeu mais de R$ 6.000 por 300 caixas colhidas (preço médio de R$ 2,00 o kg), o que o estimulou a ampliar o plantio.

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Sítio Santa Maria
Maracuja
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Renato Tenório Santos, filho do proprietário do Sítio Santa Maria, já está no terceiro plantio de maracujá. São 330 pés plantados na última safra, contra 250 pés no primeiro plantio e 300 pés no segundo ano. Ele entregou a produção para o programa de aquisição de alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), à merenda escolar e à CEAGESP, além de vender um pouco para a indústria de alimentos em Bataguaçu (MS). Na primeira safra, por exemplo, gastou cerca de R$ 1.000 e recebeu mais de R$ 6.000 por 300 caixas colhidas (preço médio de R$ 2,00 o kg), o que o estimulou a ampliar o plantio.

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Sítio Santa Maria
Maracuja
Image by agricultura.sp
Renato Tenório Santos, filho do proprietário do Sítio Santa Maria, já está no terceiro plantio de maracujá. São 330 pés plantados na última safra, contra 250 pés no primeiro plantio e 300 pés no segundo ano. Ele entregou a produção para o programa de aquisição de alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), à merenda escolar e à CEAGESP, além de vender um pouco para a indústria de alimentos em Bataguaçu (MS). Na primeira safra, por exemplo, gastou cerca de R$ 1.000 e recebeu mais de R$ 6.000 por 300 caixas colhidas (preço médio de R$ 2,00 o kg), o que o estimulou a ampliar o plantio.

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Starbuck
Maracuja
Image by chop1n
No time for new photos, so I have to post an older one.

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