Maracujá!

A presença de António, Sandra e Vanessa na web

António

Foto do António

Nome:
António Manuel Mouta Pereira Dias
Data de nascimento:
23 de Março de 1966
Estado civil:
Unido de facto desde 8 de Fevereiro de 1998.
Contacto:
Correio electrónico e identificador Jabber: ammdias(em)gmail.com
Utiliza, se o desejares, a minha chave pública (impressão digital: DA26 6109 839E E6A4 1392 6C3E 400F F8BF 534C F411) com o programa de encriptação de mensagens e assinatura digital GnuPG ou qualquer outro compatível com a norma OpenPGP.
Habilitações literárias:
12º ano de escolaridade (Biologia, Química, Matemática).
Habilitações técnicas:
Curso de técnico de electrónica, especialização em comunicações.
Experiência profissional:
Militar da Marinha de Guerra Portuguesa desde Maio/1984; Técnico de electrónica, ramo de comunicações desde Julho/1987. Programador de Informática para o INETI entre Outubro/2000 e Julho/2001.
Interesses:
  • Informática em geral e programação — fã incondicional do Linux; programar em Python e C/C++.
  • Música — Cowboy Junkies (a melhor banda de todos os tempos :-) , Pearl Jam, Pixies, Throwing Muses, Lone Justice/Maria Mckee, ‘Til Tuesday/Aimee Mann, Rádio Macau, Clã. Em Lisboa e no Porto, adoro ouvir a Radar.
  • Ler — Ursula K. LeGuin, Elisabeth M. Thomas, Margaret Attwood, David Brin, Joan Vinge, Clara Pinto Correia… muita ficção científica, mas não só. O meu livro favorito — Os Despojados (The Dispossessed) da Ursula LeGuin.
  • Cinema — John Hughes, John Carpenter, Riddley Scott, James Cameron, Steven Spielberg, Francis F. Coppola… gosto de boas histórias e de bons contadores de histórias. Filmes favoritos: Perigo Iminente (Blade Runner) e O Clube (The Breakfast Club).
  • e também — teatro, fotografia, desporto, praia, sol…
Tendência política:
Segundo o World’s smallest political quiz sou um “liberal de esquerda” (left-liberal). Basicamente, defendo a liberdade individual e a responsabilidade/justiça social. Um bom príncipio, para mim, seria o tipo de anarquismo do planeta Anarres, tal como descrito em “Os Despojados” da Ursula K. LeGuin.

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Um comentário:

Em 24 de Setembro de 2009 às 15:36, rafael escreveu:

Gostei…eu sou um filho da escola,pois fui marinheiro ‘tanso”,e como bem disse da Escola de Marinheiros de Vila Franca de Xira….no tempo que se iniciaram as barras….há já algum tempo,nem notei que fossem tantos anos 1964…Fiquei tão orgulhoso de ter um filho da Escola dese gabarito, e relembrei-me…A Patria vos comtempla no velho leme da Sagres….mas se a Patria não comtemplou,eu sou feliz…..Parabens….veja se encontra outro filho da Escola…marreta ou não..um que vestiu branco como as virgens…as maés de santo ou as enferemiras orgulhosas…


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