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	<title>Comentários de Maracujá!</title>
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	<description>A presença de António, Sandra e Vanessa na web</description>
	<lastBuildDate>Sat, 14 Nov 2009 20:49:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário em Validação de NIF e IBAN em SQL por Paulo Martins</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/950/comment-page-1#comment-1637</link>
		<dc:creator>Paulo Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:49:10 +0000</pubDate>
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		<description>Esta solução não é muito eficiente mas ajuda quando numa BD estamos limitados apenas às consultas. 
Estes fragmentos de SQL assumem que o NIF e o IBAN estão guardados em campos alfanuméricos, se o NIF for numérico poderá sempre adaptar-se usando a função DIGITS(NUM) para convertê-lo para alfa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta solução não é muito eficiente mas ajuda quando numa BD estamos limitados apenas às consultas.<br />
Estes fragmentos de SQL assumem que o NIF e o IBAN estão guardados em campos alfanuméricos, se o NIF for numérico poderá sempre adaptar-se usando a função DIGITS(NUM) para convertê-lo para alfa.</p>
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		<title>Comentário em Em 2050 seremos 9,1 mil milhões por Francisco Santos</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/938/comment-page-1#comment-1635</link>
		<dc:creator>Francisco Santos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:11:51 +0000</pubDate>
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		<description>Temos que ter em conta também o que referiu o José Canelas. A questão pode não ser apenas que muita gente pode estragar o planeta, mas que uma minoria pode estragá-lo ainda mais, mesmo que a população diminua.
Não preciso ir muito longe: aqui na minha rua há famílias pequenas que são mais prejudiciais ao planeta que as famílias maiores, tanto per capita como em valores absolutos.
Em termos de países é a mesma coisa. O caso mais citado é o dos EUA, que fazem uso do planeta numa proporção que não tem nada a ver com a minoria que são em termos mundiais.
Será utópico pensar num acordo em que os países pobres reduzam a população e os países ricos reduzam o consumo. (O mesmo para pessoas e classes sociais.) Para os países pobres reduzirem a população e melhorarem a qualidade de vida, os EUA estariam dispostos a voltar ao nível de vida dos anos 30? Os portugueses estariam dispostos a voltar aos anos 60?
O problema é que o bem-estar de poucos é obtido à custa da miséria de muitos. O excesso de filhos (em termos genéricos) faz parte do ciclo vicioso de miséria.
Portugal, em 33º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano, está entre os países que usam em excesso ou desproporcionalmente os recursos do planeta, sem aumento da população actualmente. Vamos fazer alguma coisa para melhorar a situação? Não se trata apenas de reciclar garrafas e usar painéis solares. Vamos desligar este computador? Acabar com o telefone? Deixar de andar de carro? Comprar menos roupa? Deixar de comer fruta importada? Não usar cosméticos?
A lista podia continuar. Em suma, vamos mudar o estilo de vida? Estamos dispostos a viver como os nossos avós ou mesmo pais? Os meus pais nos anos 60 não tinham nada do que referi acima e muitas outras coisas mais; aliás, nem tinham electricidade em casa. Quem está disposto a voltar a esse estilo de vida? Quem está disposto a viver &quot;nos anos 60&quot; para que os mais miseráveis possam passar a viver &quot;nos anos 50&quot;?
Ainda estou à espera de ver alguém dar o exemplo, passar do século XXI para o século XX.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Temos que ter em conta também o que referiu o José Canelas. A questão pode não ser apenas que muita gente pode estragar o planeta, mas que uma minoria pode estragá-lo ainda mais, mesmo que a população diminua.<br />
Não preciso ir muito longe: aqui na minha rua há famílias pequenas que são mais prejudiciais ao planeta que as famílias maiores, tanto per capita como em valores absolutos.<br />
Em termos de países é a mesma coisa. O caso mais citado é o dos EUA, que fazem uso do planeta numa proporção que não tem nada a ver com a minoria que são em termos mundiais.<br />
Será utópico pensar num acordo em que os países pobres reduzam a população e os países ricos reduzam o consumo. (O mesmo para pessoas e classes sociais.) Para os países pobres reduzirem a população e melhorarem a qualidade de vida, os EUA estariam dispostos a voltar ao nível de vida dos anos 30? Os portugueses estariam dispostos a voltar aos anos 60?<br />
O problema é que o bem-estar de poucos é obtido à custa da miséria de muitos. O excesso de filhos (em termos genéricos) faz parte do ciclo vicioso de miséria.<br />
Portugal, em 33º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano, está entre os países que usam em excesso ou desproporcionalmente os recursos do planeta, sem aumento da população actualmente. Vamos fazer alguma coisa para melhorar a situação? Não se trata apenas de reciclar garrafas e usar painéis solares. Vamos desligar este computador? Acabar com o telefone? Deixar de andar de carro? Comprar menos roupa? Deixar de comer fruta importada? Não usar cosméticos?<br />
A lista podia continuar. Em suma, vamos mudar o estilo de vida? Estamos dispostos a viver como os nossos avós ou mesmo pais? Os meus pais nos anos 60 não tinham nada do que referi acima e muitas outras coisas mais; aliás, nem tinham electricidade em casa. Quem está disposto a voltar a esse estilo de vida? Quem está disposto a viver &#8220;nos anos 60&#8243; para que os mais miseráveis possam passar a viver &#8220;nos anos 50&#8243;?<br />
Ainda estou à espera de ver alguém dar o exemplo, passar do século XXI para o século XX.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Em 2050 seremos 9,1 mil milhões por José Canelas</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/938/comment-page-1#comment-1634</link>
		<dc:creator>José Canelas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:07:21 +0000</pubDate>
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		<description>Tretas. Essa conversa é muito conveniente a quem quer afastar as responsabilidades e colocá-las sobre cada um de nós, na linha do &quot;somos todos responsáveis por este estado de coisas e temos é que tomar banhos curtos e ter juizinho&quot;.

http://www.monbiot.com/archives/2009/09/29/the-population-myth/

&quot;While there’s a weak correlation between global warming and population growth, there’s a strong correlation between global warming and wealth. I’ve been taking a look at a few superyachts, as I’ll need somewhere to entertain Labour ministers in the style to which they’re accustomed.&quot;

&quot;Someone I know who hangs out with the very rich tells me that in the banker belt of the lower Thames valley there are people who heat their outdoor swimming pools to bath temperature, all round the year. They like to lie in the pool on winter nights, looking up at the stars. The fuel costs them £3000 a month. One hundred thousand people living like these bankers would knacker our life support systems faster than 10 billion people living like the African peasantry. But at least the super wealthy have the good manners not to breed very much, so the rich old men who bang on about human reproduction leave them alone.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tretas. Essa conversa é muito conveniente a quem quer afastar as responsabilidades e colocá-las sobre cada um de nós, na linha do &#8220;somos todos responsáveis por este estado de coisas e temos é que tomar banhos curtos e ter juizinho&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.monbiot.com/archives/2009/09/29/the-population-myth/" rel="nofollow">http://www.monbiot.com/archives/2009/09/29/the-population-myth/</a></p>
<p>&#8220;While there’s a weak correlation between global warming and population growth, there’s a strong correlation between global warming and wealth. I’ve been taking a look at a few superyachts, as I’ll need somewhere to entertain Labour ministers in the style to which they’re accustomed.&#8221;</p>
<p>&#8220;Someone I know who hangs out with the very rich tells me that in the banker belt of the lower Thames valley there are people who heat their outdoor swimming pools to bath temperature, all round the year. They like to lie in the pool on winter nights, looking up at the stars. The fuel costs them £3000 a month. One hundred thousand people living like these bankers would knacker our life support systems faster than 10 billion people living like the African peasantry. But at least the super wealthy have the good manners not to breed very much, so the rich old men who bang on about human reproduction leave them alone.&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Em 2050 seremos 9,1 mil milhões por C.G.</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/938/comment-page-1#comment-1633</link>
		<dc:creator>C.G.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 15:51:17 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com as tuas palavras e com as do artigo. Também gosto de crianças, mas antes prefiro adoptar uma, e dar-lhe uma oportunidade de ter uma educação e um meio familiar decentes (em vez de ficar até aos 18 num orfanato), do que trazer mais uma para esta desgraça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com as tuas palavras e com as do artigo. Também gosto de crianças, mas antes prefiro adoptar uma, e dar-lhe uma oportunidade de ter uma educação e um meio familiar decentes (em vez de ficar até aos 18 num orfanato), do que trazer mais uma para esta desgraça.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Porque não quero ter filhos por Luciana</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/opiniao/filhos/comment-page-1#comment-1632</link>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:34:49 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, gente! Estou até mais aliviada por saber que tem mais gente neste mundo que pensa como eu. Nunca tive expectativa alguma em ter filhos, estou casada a 8 anos e ainda nem penso nisto. Tenho 39 anos e ainda estou sem trabalho a uns 5 anos, imaginem a minha situação! Minhas vizinhas não se conformam quando digo que não tenho filhos ainda, e nem estou pensando nisto! Já cansei de tentar explicar que como ainda não temos casa própria, não podemos nos dar ao luxo de querer filhos. Num mundo cheio de violência, dificuldades financeiras, e a possibilidade de ter que passar anos pagando o financiamento de um Apartamento próprio, como teremos tempo de pensar em despezas com mais um ser humano em casa. Nem pensar!!!!!!!! Só peço a Deus, que quando chegar o momento que meu marido resolver ter filhos eu esteja preparada física e psicologicamente para o acontecimento... Caso contrário, só Deus sabe...Boa Sorte a todos que têm determinação sobre este assunto, pois sou do time que prefere viver a dois, meu marido é uma ótima pessoa e EU me basto!!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, gente! Estou até mais aliviada por saber que tem mais gente neste mundo que pensa como eu. Nunca tive expectativa alguma em ter filhos, estou casada a 8 anos e ainda nem penso nisto. Tenho 39 anos e ainda estou sem trabalho a uns 5 anos, imaginem a minha situação! Minhas vizinhas não se conformam quando digo que não tenho filhos ainda, e nem estou pensando nisto! Já cansei de tentar explicar que como ainda não temos casa própria, não podemos nos dar ao luxo de querer filhos. Num mundo cheio de violência, dificuldades financeiras, e a possibilidade de ter que passar anos pagando o financiamento de um Apartamento próprio, como teremos tempo de pensar em despezas com mais um ser humano em casa. Nem pensar!!!!!!!! Só peço a Deus, que quando chegar o momento que meu marido resolver ter filhos eu esteja preparada física e psicologicamente para o acontecimento&#8230; Caso contrário, só Deus sabe&#8230;Boa Sorte a todos que têm determinação sobre este assunto, pois sou do time que prefere viver a dois, meu marido é uma ótima pessoa e EU me basto!!!!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Temos pena por Sandra</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/925/comment-page-1#comment-1631</link>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:29:03 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, em Portugal não é 5% que se pode doar, mas sim 0,5%. 

Bem me parecia que algo não me sova bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, em Portugal não é 5% que se pode doar, mas sim 0,5%. </p>
<p>Bem me parecia que algo não me sova bem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Temos pena por Sandra</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/925/comment-page-1#comment-1630</link>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:13:06 +0000</pubDate>
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		<description>O António tirou-me as palavras da boca. 

E em Portugal podes doar não 1% do teu IRS para uma instituição de solidariedade social mas sim 5%. O problema é que eu não quero doar nada. Quero que as minhas contribuições sejam bem geridas e em função do bem público. 

É claro que para isso é preciso ter um governo preocupado com estas questões. Que não tem sido o caso e pelos vistos, quem se queixa também não pretende mudar nada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O António tirou-me as palavras da boca. </p>
<p>E em Portugal podes doar não 1% do teu IRS para uma instituição de solidariedade social mas sim 5%. O problema é que eu não quero doar nada. Quero que as minhas contribuições sejam bem geridas e em função do bem público. </p>
<p>É claro que para isso é preciso ter um governo preocupado com estas questões. Que não tem sido o caso e pelos vistos, quem se queixa também não pretende mudar nada.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Temos pena por António</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/925/comment-page-1#comment-1629</link>
		<dc:creator>António</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:31:16 +0000</pubDate>
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		<description>Mas Rui, isso leva-nos ao ponto que a Sandra focou: à caridade.  A Segurança Social deve funcionar como um seguro (daí o nome) para o qual todos contribuímos e que auxiliará todos os que necessitem.  É como qualquer outro seguro, os segurados pagam para que, quando o azar bate à porta, haja uma reserva de capital para reparar os bens perdidos.

Portanto, se fazemos a nossa contribuição a tempo e horas, não nos venham depois estender a mão para ajudar este e aquele: já demos!  Se não estão contentes com a distribuição que o estado faz das nossas contribuições, têm bom remédio -- quando são chamados a decidir, vão lá por a cruzinha no papel em vez de irem para a praia ou para o shopping.  Há dois milhões de pobres em Portugal?  Chegam para decidir qualquer eleição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas Rui, isso leva-nos ao ponto que a Sandra focou: à caridade.  A Segurança Social deve funcionar como um seguro (daí o nome) para o qual todos contribuímos e que auxiliará todos os que necessitem.  É como qualquer outro seguro, os segurados pagam para que, quando o azar bate à porta, haja uma reserva de capital para reparar os bens perdidos.</p>
<p>Portanto, se fazemos a nossa contribuição a tempo e horas, não nos venham depois estender a mão para ajudar este e aquele: já demos!  Se não estão contentes com a distribuição que o estado faz das nossas contribuições, têm bom remédio &#8212; quando são chamados a decidir, vão lá por a cruzinha no papel em vez de irem para a praia ou para o shopping.  Há dois milhões de pobres em Portugal?  Chegam para decidir qualquer eleição.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Temos pena por kincas</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/925/comment-page-1#comment-1628</link>
		<dc:creator>kincas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:01:05 +0000</pubDate>
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		<description>Para o Rui Vilela.
Por  cá também pode indicar na declaração de IRS. Não é 1% mas....
http://umahoje.blogspot.com/2009/02/solidariedade.html


Para a Sandra.
Parabéns pelo post. Sou da mesma opinião.
Já agora (se quiser) veja.
http://umahoje.blogspot.com/2007/12/banco-alimentar-contra-fome.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para o Rui Vilela.<br />
Por  cá também pode indicar na declaração de IRS. Não é 1% mas&#8230;.<br />
<a href="http://umahoje.blogspot.com/2009/02/solidariedade.html" rel="nofollow">http://umahoje.blogspot.com/2009/02/solidariedade.html</a></p>
<p>Para a Sandra.<br />
Parabéns pelo post. Sou da mesma opinião.<br />
Já agora (se quiser) veja.<br />
<a href="http://umahoje.blogspot.com/2007/12/banco-alimentar-contra-fome.html" rel="nofollow">http://umahoje.blogspot.com/2007/12/banco-alimentar-contra-fome.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Temos pena por Rui Vilela</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/925/comment-page-1#comment-1627</link>
		<dc:creator>Rui Vilela</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:11:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maracuja.homeip.net/?p=925#comment-1627</guid>
		<description>Na Polónia, o contribuinte pode dar 1% do valor que recebe do IRS para qualquer instituição de solidariedade à sua escolha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na Polónia, o contribuinte pode dar 1% do valor que recebe do IRS para qualquer instituição de solidariedade à sua escolha.</p>
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