Diário e novidades
Gostava de perceber qual o problema destas pessoas com este assunto. Quer dizer, não é como se os estivessem a obrigar a casar com alguém do mesmo sexo. Não teriam sequer de assistir a nenhum casamento homossexual, mesmo que fosse de alguém muito chegado, se não quisessem. Ninguém os impediria de mudar de passeio sempre que vissem um casamento gay ou de se benzerem três vezes e murmurarem cruzes canhoto se duas pessoas do mesmo sexo se beijassem à sua frente. Então, qual é o seu problema? Que mal lhes aconteceria se a essas pessoas fosse permitido terem os mesmos direitos que as demais? Porque insistem em governar a vida privada dos outros?
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As praxes universitárias e de outras instituições sempre me fizeram um pouco de confusão. Acho que há bastantes formas mais eficazes de integrar caloiros numa escola. No entanto, hoje tive conhecimento de uma que me levou a mudar de opinião -- há, de facto, lugar para a praxe universitária... desde que esta excepção se transforme numa regra:
"Praxe comunitária no Cais do Sodré angaria dadores de medula óssea" (in Público)
Parabéns aos autores da ideia.
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Na versão 3.0 do pacote de aplicações de produtividade OpenOffice.org a instalação de dicionários irá ter um funcionamento diferente do que era até aqui, passando a ser feita através de extensões. Assim, tive de criar uma para o corrector ortográfico de português europeu, que peço aos aventureiros utilizadores das release candidates deste conjunto de aplicações para testar.
Termino agradecendo ao Pedro Neves e Fernando Manuel Rodrigues por me terem alertado para o facto de ser necessário actualizar o pacote com o corrector ortográfico e se terem prestado aos primeiros testes da nova extensão.
Actualização: também já está disponível no repositório oficial das extensões para OpenOffice.org.
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Ontem fui com o resto da família à Vobis do Rio Sul trocar um computador portátil que a minha companheira tinha adquirido há quinze dias e percebi finalmente o fascínio do iPhone. À entrada da loja estava um em exposição, que foi completamente monopolizado pela minha filha de (quase) dez anos durante todo o tempo em que permanecemos na loja, cerca de uma hora. Fartou-se de navegar nos menus, ouviu música, viu filmes e consultou a meteorologia. Estava em êxtase. Não fora o preço e ela ter recebido um telemóvel como prémio pela sua boa prestação académica no ano passado já sabia o que lhe havia de oferecer no próximo aniversário -- aquele "i-pode".
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( assuntos focados: sociedade )
Um agente da Polícia Marítima salvou um golfinho preso em redes de pesca ao largo da Figueira da Foz. São actos destes que me fazem não perder completamente a esperança na humanidade. Notícia completa no Correio da Manhã.
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O Pedro Sousa quer saber quais as aplicações que temos na dock ou sidebar. Bem, não sendo eu um utilizador de Mac -- há já alguns anos que tenho apenas Linux no meu computador pessoal -- não tenho propriamente uma dock, mas não quero que a pergunta fique sem resposta. Aqui vai.
Uso actualmente dois ambientes gráficos bastante distintos, Openbox e Gnome. No Openbox, o meu sistema preferencial pela sua rapidez e uso eficaz dos parcos recursos do meu laptop de 2003 (se me lembro bem), não se podem colocar ícones no ambiente de trabalho nem atalhos para aplicações na dockbar, pelo menos sem o recurso a programas externos. Assim, o mais próximo que posso usar para responder a esta pergunta são os atalhos de teclado que configurei para lançar as minhas aplicações preferidas/mais frequentemente usadas:
- Win+F: Firefox
- Win+T: Thunderbird
- Win+E: Gedit
- Win+W: PCMan File Manager
- Win+P: Pidgin
- Win+C: Gnome Terminal
- Win+G: Gimp
- Win+N: Tomboy
- Win+S: Skype
Quem não souber para que servem algumas das aplicações referidas siga, por favor, a hiperligação para o descobrir.
Quanto ao Gnome, estou correntemente a usar o conjunto de aplicações Ubuntu Netbook Remix [UNR]. Apesar de ter sido desenvolvido para a nova classe de computadores portáteis conhecidos como netbooks, penso que esta forma de organizar o desktop representa um salto em frente na usabilidade dos ambientes de trabalho e tenho-o usado intermitentemente -- como disse acima, continuo a preferir o Openbox, mas estou a habituar-me a este ambiente para quando adicionar mais memória ao meu PC. Para o que nos interessa, o UNR tem uma categoria, ou pasta, chamada "Favorites" em que colocamos os atalhos para as aplicações favoritas. Um screenshot da minha área de trabalho com esta categoria em primeiro plano pode ver-se abaixo:

Nota: não estou a usar o tema Human Netbook Theme, porque o acho demasiado escuro.
E aí está, penso que com isto respondi à pergunta do Pedro Sousa. E vocês, quais são as aplicações que têm mais à mão?
Adenda: esqueci-me de fornecer as ligações para as aplicações presentes na categoria de favoritos do UNR para as quais não tenho atalhos no Openbox. Elas são: Audacity, Grip, Calculadora e Frozen Bubble.
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( assuntos focados: sociedade )
Ok, és um assaltante de bancos à mão armada que teve o azar de ver um assalto interrompido pela polícia. Independentemente dos motivos que te levaram a fazer o assalto e da sequência de eventos que impediram a sua concretização, essa é uma situação que pode ocorrer e para a qual deves estar preparado. Este é um pequeno guia para te ajudar a resolver o caso da melhor forma possível, com o objectivo único de te manter vivo até ao fim do processo.
- Mantém a calma e o controlo sobre a situação dentro do banco. Qualquer precipitação da tua parte poderá levar à morte de pessoas inocentes (funcionários ou clientes do banco), elementos das forças de segurança ou, o mais provável, à tua própria morte ou dos teus companheiros. Em qualquer destas situações sairias sempre a perder e não queremos que isso aconteça.
- Tenta colocar-te, aos teus companheiros e aos funcionários e clientes do banco num único grupo fora das linhas de vista do exterior, para minimizar os riscos de alguém ser atingido por fogo acidental. De igual forma, mantém as armas de fogo apontadas ao tecto e, se possível, com as patilhas de segurança accionadas.
- Assim que for possível, deves chegar ao diálogo com as forças de segurança. Utiliza apenas o telefone, ficando sempre fora do alcance das linhas de fogo. Apesar de do outro lado estarem provavelmente profissionais altamente treinados para lidar com situações deste tipo e que só dispararão em último caso, não vale a pena arriscar uma má interpretação da situação.
- O diálogo com os negociadores da polícia deve ser curto e claro, passando a seguinte mensagem:
- Não queremos que haja feridos e estamos prontos a rendermo-nos sem oferecer qualquer resistência assim que for possível assegurar a segurança da situação;
- Começaremos por deixar sair todos os reféns, em fila indiana e que devem ser encaminhados por vocês para lugar seguro assim que saírem as portas do banco;
- Finalmente, sairemos nós, de mãos no ar e deixando as armas no interior do banco, estando preparados para obedecer às ordens dos agentes, assim que formos abordados.
- Em seguida, proceder conforme indicações das autoridades.
E é tudo. Certo, o resultado será a prisão e julgamento mas, baseados na forma como resolveram a situação poderão pedir atenuantes das penas, alegando que nunca pretenderam ferir alguém -- assim, é provável que um juiz benevolente os condene apenas pelo assalto e estarão cá fora uns anos depois. O falhanço em seguir este manual poderá implicar a morte de alguém -- e serão julgados por assassínio, mesmo que involuntário -- ou mesmo a morte de algum de vós. Numa situação deste tipo precisam de ter isto presente: só há duas formas de sair dela, morto ou preso. Vocês escolhem.
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( assuntos focados: web )
Estes são os avisos com que sou confrontado ao tentar visualizar o sítio web do PSD:
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Estou a usar Firefox 3.0.1 em Ubuntu 8.04, actualizado. Alguém confirma isto?
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( assuntos focados: tecnologia openoffice política patentes office internet )
Já aqui tinha falado sobre a necessidade de ter normas digitais livres e abertas no futuro, principalmente na comunicação entre os cidadãos e o estado.
Entretanto, soube recentemente que o grupo parlamentar do Partido Comunista Português apresentou na Assembleia da República (AR) um projecto de lei para que o estado adopte normas abertas nos seus sistemas informáticos. O texto está excelente, especialmente a "Exposição de Motivos", que explica bastante bem, em linguagem acessível a todos, do que se trata. O articulado também me parece bastante razoável e nada difícil de realizar, mas veremos qual a reacção dos outros grupos parlamentares (especialmente se levarmos em conta o grupo proponente) e, principalmente, a do governo.
A evolução desta iniciativa pode ser consultada na respectiva página do sítio web da AR.
PS: gostei bastante do sítio do PCP na Web, que já não visitava há uns tempos -- não demorei mais de dez segundos a encontrar a informação que pretendia (ao contrário do da AR, que visitei primeiro, sem sucesso). Parabéns aos responsáveis.
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