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	<title>Maracujá! &#187; Sandra</title>
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	<description>A presença de António, Sandra e Vanessa na web</description>
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		<title>Experiência assustadora</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 11:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[No outro dia à noite, estava eu a trabalhar, como habitualmente, de portátil ao colo e com a TV ligada.
A certa altura dei por mim, completamente refém das imagens, sem conseguir reagir, nem sequer piscar os olhos, a sorrir de boca entreaberta e com um ar (de certeza) completamente embevecido e muito, mas muito estúpido.
Porquê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No outro dia à noite, estava eu a trabalhar, como habitualmente, de portátil ao colo e com a TV ligada.</p>
<p>A certa altura dei por mim, completamente refém das imagens, sem conseguir reagir, nem sequer piscar os olhos, a sorrir de boca entreaberta e com um ar (de certeza) completamente embevecido e muito, mas muito estúpido.</p>
<p>Porquê (?), perguntam vocês e muito bem. Porque o meu olhar foi apanhado pelas imagens da televisão (e foi assim que chegaram ao meu cérebro) que mostravam um qualquer programa de entretenimento &#8211; não me perguntem o nome &#8211; com a &#8216;Bárba&#8217; Guimarães e com um tipo qualquer que não faço a mínima ideia quem seja. Só sei que a cena com que eles «caçaram» o meu cérebro  mostrava um &#8216;exercício&#8217; que os três casais concorrentes tinham de executar. Estavam todos vendados e cada menino tinha de cheirar as três meninas e descobrir, através do cheiro, qual era a sua respectiva menina maravilha.</p>
<p>Todos acertaram e acho que foi isso que despoletou a minha expressão facial completamente aparvalhada e mentalmente perturbada.</p>
<p>Felizmente consegui reagir a tempo e ainda tive o discernimento de mudar imediatamente de canal. Mas certamente que outros não terão a minha sorte e serão muitos os que diariamente são «apanhados» por esta forma de manipulação cerebral e que nem se apercebem, coitadinhos, do que lhes está a acontecer.</p>
<p>Estão a ver aquelas cenas em que um desgraçado é atado a uma cadeira e obrigado a olhar repetidamente para uma série de imagens seleccionadas e sai de lá com uma lavagem cerebral feita?</p>
<p>É isso que este tipo de programas faz! Felizmente consegui aperceber-me a tempo, mas estive perto. Muito perto&#8230;</p>
<p>Por favor, estejam atentos e sejam cautelosos porque eles estão em todos os canais de televisão e operam sub-repticiamente, pela calada. Somos completamente esvaziados de qualquer sentido critico e de qualquer capacidade de raciocínio lógico num piscar de olhos. Milhões já foram apanhados.</p>
<p>Só isso pode explicar as tendências masoquistas evidenciadas pelos resultados das últimas eleições.</p>
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		<title>A minha menina está a crescer</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/457</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 22:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Romance
Numa bela manhã o sol estava mais radioso do que nunca e uma menina espreitava pela janela o que se passava na rua. Quando a menina chamada Íris viu um rapaz a passar na rua de bicicleta, desviou logo o olhar para ele.
O rapaz passava sempre por ali quando ia para o parque e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O Romance</h2>
<p>Numa bela manhã o sol estava mais radioso do que nunca e uma menina espreitava pela janela o que se passava na rua. Quando a menina chamada Íris viu um rapaz a passar na rua de bicicleta, desviou logo o olhar para ele.</p>
<p>O rapaz passava sempre por ali quando ia para o parque e então já sabia onde aquela bela rapariga morava.</p>
<p>Chegou a uma altura em que o rapaz chamado Manuel tocou à campainha.</p>
<p>Íris foi abrir a porta e encarou com o rapaz de quem gostava. Ele trazia um vaso com duas encarnadas rosas.</p>
<p>A Íris perguntou como é que o rapaz se chamava.</p>
<p>&#8211; Eu chamo-me Manuel. E como é que tu te chamas?</p>
<p>&#8211; Eu chamo-me Íris e tenho muito prazer em conhecê-lo.</p>
<p>&#8211; Olha, Íris tenho de te dizer uma coisa: eu quando te vi pela primeira vez apaixonei-me por ti e quero que saibas o quanto te amo.</p>
<p>&#8211; Manuel, não precisas de dizer mais nada porque eu também me apaixonei por ti.</p>
<p>E ouvindo isto, Manuel beijou logo Íris.</p>
<p>Autoria: Vanessa Dias, 9 anos</p>
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		<title>Família extensa devia ser considerada «crime ecológico»</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/379</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2007 22:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Optimum Population Trust (OPT) defende num estudo publicado no Reino Unido que uma taxa de natalidade baixa seria o suficiente para ajudar a reduzir as emissões de CO2 e que seria a medida mais barata e efectiva contra a mudança climática. Acrescentam ainda que as famílias com muitos filhos deviam ser multadas.
Subscrevo inteiramente!
In Destak [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Optimum Population Trust (OPT) defende num estudo publicado no Reino Unido que uma taxa de natalidade baixa seria o suficiente para ajudar a reduzir as emissões de CO2 e que seria a medida mais barata e efectiva contra a mudança climática. Acrescentam ainda que as famílias com muitos filhos deviam ser multadas.</p>
<p>Subscrevo inteiramente!</p>
<p><i>In <a href="http://www.destak.pt/docs/12/LISBOA+686.pdf">Destak 8 Maio</a>, pág.5</i></p>
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		<title>Agora, ser evoluído é ir ver os animais enjaulados do Jardim Zoológico!</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/378</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2007 21:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o Destak de 8 de Maio, Patrícia Tavares, actriz (suponho de telenovelas), celebrou o dia da mãe na companhia da sua filha, no Jardim Zoológico de Lisboa. Além de serem, segundo confessa a actriz, frequentadoras assíduas do JZ, ainda acrescenta (há pessoas que não perdem uma oportunidade para dizer disparates!) que considera fundamental para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o Destak de 8 de Maio, Patrícia Tavares, actriz (suponho de telenovelas), celebrou o dia da mãe na companhia da sua filha, no Jardim Zoológico de Lisboa. Além de serem, segundo confessa a actriz, frequentadoras assíduas do JZ, ainda acrescenta (há pessoas que não perdem uma oportunidade para dizer disparates!) que considera fundamental para o desenvolvimento das crianças que estas &#8220;observem os animais em cativeiro&#8221;.</p>
<p>Acrescenta ainda que ao ser mãe &#8220;amadureceu, centrou-se (?!) e evoluiu como pessoa&#8221;. Pois, nota-se! De facto não há nada mais evoluído do que ensinar as nossas criancinhas sobre a importância de observar animais enjaulados.</p>
<p>Nota negativa também para o Destak que lhe deu um + considerando-a uma mãe sábia e madura.</p>
<p>Se é assim, eu cá não quero evoluir nem ser sábia. Prefiro manter-me na minha ignorância e considerar que os animais selvagens são felizes, em liberdade, nos seus habitats (enquanto os houver e quando não os houver, azar que a Natureza é mesmo assim).</p>
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		<title>O aumento exponencial do aborto</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/340</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 09:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um desabafo. Já não consigo ouvir o disparate pegado que é os defensores do Não afirmarem que se o Sim vencer, o aborto vai aumentar exponencialmente. E até dão exemplos: já não sei em que país foi, dizem eles, passou dos 16.000 para os 80.000/ano! Uau!!
Senhores: quando não se tem dados iniciais &#8211; já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um desabafo. Já não consigo ouvir o disparate pegado que é os defensores do Não afirmarem que se o Sim vencer, o aborto vai aumentar exponencialmente. E até dão exemplos: já não sei em que país foi, dizem eles, passou dos 16.000 para os 80.000/ano! Uau!!</p>
<p>Senhores: quando não se tem dados iniciais &#8211; já que o aborto é ilegal, logo clandestino, logo para todos os efeitos, inexistente &#8211; não se pode prever aumentos, diminuições, nem oscilações seja do que for! Parece-me evidente, não é? Qualquer estudante do secundário aprende isso em Noções Básicas ou Introdução à Sociologia.</p>
<p>Por outro lado, se aos (utilizemos o mesmo número) 16.000 abortos legais já existentes (casos já previsto na Lei) adicionarmos os abortos que são actualmente praticados na clandestinidade, ficamos evidentemente, com um número superior de abortos. Mas isso não quer dizer que os abortos aumentaram! Quer simplesmente dizer que abortos que eram praticados na clandestinidade passaram a ser conhecidos e assim a fazer parte das estatísticas. Com rigor, pode dizer-se que os <b>abortos</b> legais aumentaram. Se eu tiver zero bombons e depois mostrar os dois bombons que tenho escondidos no bolso, não quer dizer que fico com mais bombons. Só quer dizer que os outros ficam a saber que eu tenho dois bombons quando antes pensavam que eu tinha zero bombons.</p>
<p>Isto não é muito complicado pois não? Então porque é que pessoas instruídas como médicos e advogados, etc&#8230; ainda não perceberam isto? Ou estarão apenas a fingir?</p>
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		<title>Oryx and Crake</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/314</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 12:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Lee Silver, geneticista da Universidade de Princeton, diz que já existe a capacidade para isolar genes que afectam o ser-humano. Aliás, a prova, é que nos EUA já se pode a troco de cerca de 10.000 euros e através de fertilização in vitro, escolher o sexo do futuro(a) filho(a). Segundo este especialista no futuro será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lee Silver, geneticista da Universidade de Princeton, diz que já existe a capacidade para isolar genes que afectam o ser-humano. Aliás, a prova, é que nos EUA já se pode a troco de cerca de 10.000 euros e através de <i>fertilização in vitro</i>, escolher o sexo do futuro(a) filho(a). Segundo este especialista no futuro será possível &#8220;desenhar&#8221; a criança que se pretende.</p>
<p>Esta foi uma notícia real, mas mais parece saída de uma das páginas do excelente livro de ficção científica de Margaret Atwood: &#8220;Oryx and Crake&#8221;. Não sei se já aqui falei dele mas é provável pois fiquei absolutamente fascinada. É um dos melhores livros que já li na vida. Ok, é certo que além de me deixar fascinada também me deixou deprimida e aterrorizada perante a incontornável probabilidade da ficção se transformar em realidade e a constatação da minha (e nossa) impotência perante esta possibilidade. Não deixem de ler.</p>
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		<title>Quando a manipulação da informação bate no fundo</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/315</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 01:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Os serviços do Ministério das Finanças afirmam que a adesão à greve na administração central é de apenas 5,11 por cento, um valor muito aquém dos 80 por cento adiantados pelos sindicatos. (in Público) 
Bem, eu sei que as taxas de adesão às greves nunca reúnem consenso entre os dados dos grevistas ou sindicatos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Os serviços do Ministério das Finanças afirmam que a adesão à greve na administração central é de apenas 5,11 por cento, um valor muito aquém dos 80 por cento adiantados pelos sindicatos.</i> (in <a href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1276052">Público</a>) </p>
<p>Bem, eu sei que as taxas de adesão às greves nunca reúnem consenso entre os dados dos grevistas ou sindicatos e os os dados do Governo ou patrões, mas um hiato de 74,89% ultrapassa completamente as mais loucas conjecturas. Se calhar é uma piada e eu é que não percebi!</p>
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		<title>E a visão biologista volta a atacar!</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/313</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 12:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Fátima Letícia tem hoje um ano e é um dos casos mais flagrantes de maus tratos a menores pelos próprios pais, quando deu entrada no hospital com apenas 50 dias de vida e em coma (&#8230;) No entanto, o caso de Fátima teve um final mais feliz do que o de Daniel, um menino surdo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Fátima Letícia tem hoje um ano e é um dos casos mais flagrantes de maus tratos a menores pelos próprios pais, quando deu entrada no hospital com apenas 50 dias de vida e em coma (&#8230;) No entanto, o caso de Fátima teve um <b>final mais feliz</b> do que o de Daniel, um menino surdo que acabou por morrer em 2005 vítima de maus tratos e abusos sexuais por parte do padrasto e mãe. Fátima, está agora a viver com os avós maternos (&#8230;)</i>. Assim noticiava o Destak de 25 de Outubro de 2006 (Sim, eu sei! Não tive tempo para escrever este artigo mais cedo).</p>
<p>Penso que é estranha para não dizer aterradora esta definição de &#8220;final feliz&#8221;.  Fátima Letícia foi entregue aos cuidados das pessoas que a deveriam, em primeiro lugar, ter protegido e socorrido. Vai viver num ambiente próximo e familiar às ocorrências que quase lhe tiraram a vida e que a deixaram decerto marcada para sempre, no seio de uma comunidade em que a sua história é intimamente conhecida&#8230; De facto, ninguém duvida que Fátima Letícia terá uma vida muito feliz, pois não?</p>
<p> Mais uma vez, a prevalência dos laços de sangue vence e despreza totalmente o direito de uma criança a viver e crescer em total segurança e privacidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>II Encontro de Candidatos à Adopção e Pais Adoptantes</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/293</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Sep 2006 23:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Observatório OnLine da adopção organiza pela segunda vez o Encontro de Candidatos à Adopção e Pais Adoptantes.
O encontro visa a identificação de problemas relacionados com a adopção, a troca de experiências e convívio e destina-se essencialmente a pais adoptantes e  candidatos à adopção, mas está aberto a técnicos e outros elementos relacionados com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.opcaoadopcao.org">Observatório OnLine da adopção</a> organiza pela segunda vez o Encontro de Candidatos à Adopção e Pais Adoptantes.</p>
<p>O encontro visa a identificação de problemas relacionados com a adopção, a troca de experiências e convívio e destina-se essencialmente a pais adoptantes e  candidatos à adopção, mas está aberto a técnicos e outros elementos relacionados com a problemática.</p>
<p>Realizar-se-á no dia 14 de Outubro, em Setúbal, nas instalações da Cáritas (Bairro da Bela Vista) com início previsto para as 10h00.</p>
<p><a href="http://tinyurl.com/jdefa">Programa do Encontro e Ficha de inscrição</a></p>
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		<title>I Conferência Sobre Adopção</title>
		<link>http://maracuja.homeip.net/artigos/260</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jun 2006 22:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Muito se tem falado ultimamente de protecção a crianças e jovens em risco. Sucedem-se
 as reportagens, os debates televisivos, as notícias na imprensa nacional. Muito se tem
 falado mas pouco se tem feito. Continuam institucionalizadas no nosso país, na maior
 parte das vezes durante anos a fio, mais de 14.000 crianças, como se de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado ultimamente de protecção a crianças e jovens em risco. Sucedem-se<br />
 as reportagens, os debates televisivos, as notícias na imprensa nacional. Muito se tem<br />
 falado mas pouco se tem feito. Continuam institucionalizadas no nosso país, na maior<br />
 parte das vezes durante anos a fio, mais de 14.000 crianças, como se de uma qualquer<br />
 penitência se tratasse por um qualquer crime cometido. No entanto, o único <i>crime</i><br />
 destas crianças foi o de terem nascido no seio de famílias disfuncionais, desestruturadas<br />
 e sem qualquer capacidade para prover à sua educação, desenvolvimento e plena<br />
 integração na sociedade.</p>
<p>A adopção, enquanto alternativa à institucionalização prolongada e enquanto meio de<br />
 garantia de um dos direitos mais fundamentais de qualquer cidadão &#8212; o direito à família &#8212;<br />
 tem sido também, por diversas vezes, tema de discussão ou pelo menos de notícia.<br />
 As acusações sobre a responsabilidade da situação actual das crianças<br />
 institucionalizadas saltita, qual bola de <i>ping pong</i>, de entidade em entidade, de serviço<br />
 em serviço. A Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação dá a entender que a<br />
 <i>culpa</i> é dos candidatos à adopção que pelas suas preferências reduzem drasticamente<br />
 o número de crianças adoptadas. Os candidatos à adopção defendem-se salientando que<br />
 esta não é a realidade do universo dos candidatos e que o problema reside na<br />
 (in)definição dos projectos de vida das crianças institucionalizadas e na ineficácia dos<br />
 técnicos com responsabilidade nesta área. Os técnicos da Segurança Social e das<br />
 instituições de acolhimento de crianças apontam, por sua vez, o dedo aos magistrados e<br />
 tribunais, tanto pela demora na tomada de decisões como pela primazia dada aos laços<br />
 biológicos mesmo quando o «<i>supremo interesse da criança</i>» se encontra seriamente<br />
 comprometido pela relação com a família biológica.</p>
<p>As crianças, essas não sabem de quem é a culpa nem querem saber. Demasiadas vezes<br />
 pensam que a culpa é sua. Com algum fundamento, admita-se, pois se são elas que estão<br />
 a ser castigadas, que razões têm para pensar de forma diferente?<br />
 O panorama não é animador. A situação é mesmo bastante grave e, porque não se pode<br />
 agir sobre o que se desconhece, urge ultrapassar o estádio das entrevistas e das notícias<br />
 e colocar todos os intervenientes num frente-a-frente, para que o confronto e debate de<br />
 ideias possa contribuir para a mudança do status quo existente, para a mudança de<br />
 mentalidades, de modos de agir mas sobretudo para a mudança na forma como se<br />
 <i>olha</i> para as crianças.</p>
<p>Foi neste sentido que o <a href="http://www.opcaoadopcao.org">Observatório Opção+Adopção</a>,<br />
 nascido da iniciativa da sociedade civil há pouco mais de um ano, organizou a I<br />
 Conferência sobre adopção intitulada &#8220;<b>A Adopção em Portugal: dos problemas à<br />
 identificação de propostas para a mudança do quadro actual</b>&#8220;. Decorrerá em Leiria no<br />
 Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão no próximo dia 23 de Junho e<br />
 contará com a participação de representantes de diversos organismos envolvidos na<br />
 protecção e promoção de crianças e jovens em risco.</p>
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